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novembro 28, 2025
Lei sancionada amplia isenção do Imposto de Renda e beneficia milhões de brasileiros

Autor:
Iris Santos
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Foi sancionada nesta semana a lei que reajusta a faixa de isenção do Imposto de Renda. A partir do próximo ano, trabalhadores que recebem até R$ 5 mil estarão isentos do pagamento, enquanto aqueles com renda de até R$ 7.350 terão redução no valor do tributo. A medida deve beneficiar cerca de 15 milhões de brasileiros. Dez milhões passarão a ser isentos e outros cinco milhões contarão com redução no imposto.
O deputado federal Luciano Ducci comemorou a sanção da lei e destacou o impacto positivo para a população.
“É uma conquista que representa um avanço na construção de um sistema tributário mais equilibrado. Nós trabalhamos para que essa isenção fosse implementada desde o início do nosso mandato. Essa medida não apenas alivia o bolso de milhões de famílias, como também fortalece o consumo interno e estimula a economia. É um passo que contribui para reduzir desigualdades e valorizar o esforço de quem sustenta o país com seu trabalho.”
Ducci ressaltou ainda que a medida é um passo em direção à justiça social.
“Lutamos muito para que essa lei fosse pautada e aprovada. É uma vitória para milhões de brasileiros. Porque menos imposto para o trabalhador é dinheiro a mais para gastar no mercado, no lazer, comer melhor. É por isso que a gente trabalha, para melhorar a vida das pessoas. É justiça social, dignidade, qualidade de vida e mais dinheiro para o sustento de milhões famílias”, concluiu o parlamentar.
Com a sanção, a nova faixa de isenção entra em vigor em 1º de janeiro de 2026.
Equilíbrio tributário e justiça social
O deputado federal Luciano Ducci apresentou o projeto de lei (PL 5222/25) que aumenta em 6% a contribuição tributária das Bets, que passam de 12% para 18%. Os recursos serão investidos no SUS, inclusive para cobrir despesas com o aumento do vício em jogos (ludopatia) e outras condições de saúde causadas por esse vício.
A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) afirma que os atendimentos relacionados ao vício em apostas cresceram mais de 300% nos últimos anos.
De acordo com Ducci, o foco tem que ser proteger as pessoas e não o lucro das empresas. “Se o cidadão pode pagar até 27,5% de imposto, as casas de apostas, que têm lucros absurdos, podem também dedicar uma fatia maior a cuidar da saúde da população”, destacou.


